Instituto Soja Livre

Instituto Soja Livre apresenta variedades convencionais na Dinetec 2020

Evento será realizado de 15 a 19 de janeiro em Canarana, região Leste de Mato Grosso

A viabilidade da soja convencional em Mato Grosso será apresentada pelo Instituto Soja Livre durante a Dinetec 2020, em Canarana, na região Leste de Mato Grosso. De 15 a 19 de janeiro, as variedades que estão disponíveis no mercado ou em teste estarão nas Unidades Demonstrativas (UDs).

Entre estas cultivares, estão as desenvolvidas pela Embrapa (BRS 6980, 7980, 8381, 8581, 6680 e 7481), Agronorte (AN83 0022sc, AN89 109sc entre outros materiais) e TMG (TMG 4182 e 4185).

“A região do Araguaia é uma das mais utilizadas para a produção de soja convencional e ajuda o Estado a ser campeão nacional. Neste evento, mostramos as variedades e as vantagens de se produzir soja convencional em Mato Grosso”, afirma Endrigo Dalcin, presidente do Instituto Soja Livre.

Atualmente, estimativas do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) indicam que do total de 33 milhões de toneladas de soja produzidos em Mato Grosso, 8% são de soja sem transgenia.

A Dinetec ocorre na Área Experimental Meta Agro, em Canarana, e é considerado o maior evento tecnológico do Vale do Araguaia.

 

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Supermercado alemão bonifica agricultores de soja convencional

Valores referentes à safra 2017/18 começaram a ser pagos para quem comprovou que plantou convencional e não recebeu prêmio

Agricultores que plantaram soja convencional na safra 2017/18 começam a receber prêmios pelos grãos comercializados. Os valores são da LIDL, a maior rede de supermercados da Europa e foram direcionados para fomentar o plantio de soja livre de transgênicos no Brasil por meio do Programa de Incentivo à Soja Convencional. O programa é gerenciado pelo Instituto Soja Livre, Fundação Pró-Terra e Food Chain ID.

“A rede de supermercados alemã decidiu agir para favorecer a produção da soja convencional e, por isso, ofereceu prêmios de incentivo para os agricultores que não conseguiram receber mais do que na venda de soja transgênica nas safras anteriores”, explica Endrigo Dalcin, presidente do Instituto Soja Livre (ISL).

Dalcin observa que os agricultores que plantaram soja convencional em qualquer parte do Brasil e que conseguirem documentos comprobatórios, como recibo das sementes e cópias dos contratos que mostram que venderam sem prêmio, podem receber até US$ 9 por tonelada.

São cerca de US$ 702 mil dólares que chegaram ao País. O diretor da área de sustentabilidade da Food Chain ID, Augusto César Monteiro Freire, reforça que os agricultores também precisam preencher todos os requisitos de soja sustentável de acordo com a legislação brasileira.

“É a primeira vez que um varejista coloca dinheiro diretamente na mão do produtor rural. Apesar de o prêmio ser menor do que o pago pelas empresas, é vantajoso porque cobre custos que a soja convencional tem a mais que a transgênica”, explica Freire.

Inscrição

Os agricultores que quiserem pleitear o prêmio podem obter mais informações no Instituto Soja Livre pelos telefones (65) 3644.4215 e (65) 99917.2406, ou e-mail [email protected]. No Food Chain ID, o contato pode ser feito pelo telefone (51) 3021.7080 ramal 3017 ou via e-mail [email protected]. Nos dois casos, o sojicultor precisa mencionar o Programa de Incentivo à Soja Convencional.

Instituto Soja Livre

O Instituto Soja Livre é uma associação sem fins lucrativos que defende o direito de cada produtor de escolher a qualidade do grão que deseja plantar em cada safra.  O objetivo é fomentar o plantio de soja convencional, feito especialmente por pequenos e médios agricultores para atender um nicho de mercado importante.

Experimentos com soja convencional são debatidos em Campo Novo do Parecis

Treze variedades de soja convencional estão disponíveis ou em teste para serem utilizadas pelos produtores rurais em Mato Grosso. Elas estão sendo apresentadas no Centro de Difusão e Aprendizagem (CAD) Parecis em palestra hoje (09.01) e em dia de campo que ocorre amanhã (10.01) em Campo Novo do Parecis (MT). Essas variedades representam cerca de 80% das cultivares de soja não transgênica produzidas no Estado.

O evento debaterá os resultados de experimentos realizados no CAD Parecis e mostrará as variedades desenvolvidas pela Embrapa (BRS 6980, 7980, 8381, 8581, 6680 e 7481), Agronorte (AN83 0022sc, AN89 109sc, entre outros materiais) e TMG (TMG 4182 e 4185). Os estudos começaram na safra 2016/2017.

“Existem algumas novidades, como a Embrapa 6680, e também as variedades COMP da Agronorte, que estão em teste. Para a região do Parecis, a TMG 4182 é a mais cultivada e a mais antiga também. Ela tem uma característica importante que é a resistência ao nematoide de cisto, mais comum em áreas arenosas”, explica Rodrigo Brogin, diretor técnico do Instituto Soja Livre – entidade voltada para a disseminação e fortalecimento do mercado de soja convencional em todo o Brasil.

A região do Chapadão do Parecis é responsável por quase 40% de toda a área produtora de soja convencional cultivada em Mato Grosso, seguida pela região Norte e pelo Araguaia, o que faz o Estado ser o campeão nacional na produção de soja convencional. Atualmente, estimativas do Imea indicam que do total de 33 milhões de t de soja produzidos em Mato Grosso, 8% são de soja sem transgenia.

Segundo o diretor financeiro do Instituto Soja Livre, José Del, a soja livre de transgênicos tem mercado e a tendência é aumentar a demanda. “Agrega valor ao produtor com prêmios que são aplicados sobre o preço pago pela saca”, explica.

Del é diretor da Imcopa, empresa de esmagamento de soja e consumidora dos grãos convencionais produzidos em Mato Grosso. O principal mercado atendido pela empresa é a Europa, especialmente a Noruega, que utiliza o farelo SPC como ração para peixes.

“A empresa compra 70% da soja convencional da região do Parecis e transporta para a planta de esmagamento em Araucária, no Paraná. Com este produto, é produzido farelo comum, o farelo SPC – que é a proteína da soja concentrada, lecitina e óleo refinado comestível e, ainda, etanol”, explica.

Segundo o presidente do Soja Livre, o produtor rural e agrônomo Endrigo Dalcin, o instituto é parceiro do CAD Parecis desde quando foi criado em iniciativa da Aprosoja-MT e da Fundação Mato Grosso. “Desde o início da implantação do CAD, as variedades convencionais são testadas porque é uma região importante e os produtores rurais solicitam estes estudos”, disse.

O CAD Parecis foi criado na safra 2016/2017 com o objetivo de desenvolver pesquisas com foco no manejo do sistema produtivo da soja em solos arenosos. Os trabalhos são voltados à compreensão da fitotecnia, do uso e da conservação do solo, dinâmica de nutrientes, sistemas de produção, correção do solo, pragas e doenças.

Crédito foto: Aprosoja MT

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Instituto Soja Livre participa de dia de campo do CAD Parecis

Os experimentos de produção de soja em solos arenosos serão apresentados aos produtores rurais e demais interessados nos dias 09 e 10 de janeiro, no CAD Parecis, em Campo Novo do Parecis. A área do Centro de Aprendizagem e Difusão (CAD) tem como objetivo verificar o manejo de diversas variedades naquele tipo de solo, inclusive as variedades convencionais e, por isso, o Instituto Soja Livre (ISL) participará do evento.

“O Instituto Soja Livre está junto com o CAD Parecis desde o princípio nesta iniciativa da Aprosoja MT e da Fundação Mato Grosso. Éramos um programa e desde o início da implantação as variedades convencionais são testadas porque é uma região importante e os produtores rurais solicitam estes estudos”, informa Endrigo Dalcin, presidente do ISL.

Na quinta-feira (09.01) serão apresentados os resultados de três anos de estudos do CAD Parecis a partir das 19h, na Câmara de Vereadores. Já na sexta-feira (10.01), será realizado um dia de campo na área experimental a partir das 7h.

O CAD Parecis foi criado na safra 2016/2017 com o objetivo de desenvolver pesquisas com foco no manejo do sistema produtivo da soja em solos arenosos. Os trabalhos são voltados à compreensão da fitotecnia, uso e conservação do solo, dinâmica de nutrientes, sistemas de produção, correção do solo, pragas e doenças.

 

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